SEDE > Av. Nossa Senhora de Copacabana, 709 - 5º andar:
➢ QUARTAS-FEIRAS: ÀS 8h30m e ÀS 19h30m;
➢ SEXTAS-FEIRAS, ÀS 16h
NÚCLEO PAULO e ESTEVÃO > Rua Rodolfo Dantas, loja 97 (térreo) Copacabana (21 3208-5264)
Semana: de 9 de Março a 15 de Março de 2026
REUNIÃO VIRTUAL SEMANAL
ESTRÉIA
Dia 9 de Março (segunda-feira), às 19h pelo canal do Lar de Tereza no YouTube

Expositor(a): TANIA WILSON
Integrante do Abrigo Teresa de Jesus (Maracanã, Rio de Janeiro/RJ)

7. A dor é uma bênção que Deus envia a seus eleitos; não vos aflijais, pois, quando sofrerdes; antes,
bendizei de Deus onipotente que, pela dor, neste mundo, vos marcou para a glória no céu.
Sede pacientes. A paciência também é uma caridade e deveis praticar a lei de caridade ensinada pelo Cristo,
enviado de Deus. A caridade que consiste na esmola dada aos pobres é a mais fácil de todas. Outra há, porém,
muito mais penosa e, conseguintemente, muito mais meritória: a de perdoarmos aos que Deus colocou em nosso
caminho para serem instrumentos do nosso sofrer e para nos porém à prova a paciência.
A vida é difícil, bem o sei. Compõe-se de mil nadas, que são outras tantas picadas de alfinetes, mas que
acabam por ferir. Se, porém, atentarmos nos deveres que nos são impostos, nas consolações e compensações que,
por outro lado, recebemos, havemos de reconhecer que são as bênçãos muito mais numerosas do que as dores.
O fardo parece menos pesado, quando se olha para o alto, do que quando se curva para a terra a fronte.
Coragem, amigos! Tendes no Cristo o vosso modelo. Mais sofreu ele do que qualquer de vós e nada tinha de que se
penitenciar, ao passo que vós tendes de expiar o vosso passado e de vos fortalecer para o futuro. Sede, pois,
pacientes, sede cristãos. Essa palavra resume tudo. – Um Espírito amigo. (Havre, 1862.)
Sugestões bibliográficas:
- Encontro Marcado – Cap. 46 – “Paciência e nós”; - F. C. Xavier/Emmanuel, FEB.
- Consolador – Perg. 253 e 254 - Emmanuel - F. C. Xavier. FEB.
- A Vida Escreve - Cap. 10 – O mais difícil - Hilário Silva, F. C. Xavier, FEB.
- Estudos Espíritas do Evangelho - Pág. 198 – O Sermão da Montanha - Therezinha
Oliveira, Allan Kardec.
- Jesus e o Evangelho – à Luz da Psicologia Profunda - Pág. 69 – A paciência,
Joanna de Ângelis - Divaldo P. F. LEAL.
“Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens para que vejam as vossas boas obras
e glorifiquem o vosso Pai que está nos Céus.” – Jesus (Mateus- 5:16)
“Sede pacientes. A paciência também é uma caridade e deveis praticar a lei de caridade ensinada
pelo Cristo, enviado de Deus.” – (ESE - Cap. IX, 7)
Em muitos episódios constrangedores, admitimos que paciência é cruzar os braços e gemer passivamente
em preguiçosa lamentação. Noutros lances da luta com que somos defrontados por manifestações de má-fé,
a raiarem por dilapidações morais inomináveis, supomos que paciência é tudo deixar como está para ver
como fica.
Isso, porém, constará das lições da vida ou da natureza?
Células orgânicas, quando ocorrem acidentes ao veículo físico, estabelecem processos de defesa, trabalhando
mecanicamente na preservação as saúdes corpóreas, enquanto isso lhes é possível.
Vegetais humildes devastados no tronco não renunciam à capacidade de resistência e, enquanto dispõem das
possibilidades necessárias, regeneram os próprios tecidos, preenchendo as finalidades a que se destinam.
Paciência não é conformismo; é reconhecimento da dificuldade existente, com a disposição de afastá-la sem atitude
extremista. Nem deserção da esfera de luta e nem choro improfícuo na hora do sofrimento.
Sejam como sejam os entraves e as provações, a paciência descobre o sistema de removê-los.
Em assim os externando, não nos referimos à complacência culposa que deita um sorriso blandicioso para a
leviandade, fingindo ignorá-la. Reportamo-nos à compreensão que identifica a situação infeliz e
articula meios de solucionar-lhe os problemas sem alardear superioridade.
Paciência, no fundo, é resignação quando as injúrias sejam desferidas contra nós em particular, mas sempre que os
ataques sejam dirigidos contra os interesses do bem de todos, paciência é perseverança tranquila no esclarecimento
geral, conquanto semelhante atitude, às vezes, nos custe sacrifícios imensos.
Jesus foi a paciência sem lindes, no entanto, embora suportasse, sereno, todos os golpes que lhe foram endereçados,
pessoalmente preferiu aceitar a morte na cruz a ter de aplaudir o erro ou acumpliciar-se com o mal.
Emmanuel
(Livro da Esperança: mensagem 23 - Francisco Cândido Xavier – CEC/FEB)
OBS: Para consultar a programação do mês, completa, acesse o NRI: Novos Rumos Informativo, clicando aqui.