Reuniões e Atividades

Reuniões públicas e passes

Semana: 20 a 25 de novembro de 2017

Tema da Semana:

Amar o próximo como a si mesmo

O Evangelho segundo o Espiritismo (Cap. XI – Amar o próximo como a si mesmo – Instruções dos Espíritos: itens 14 e 15) Allan Kardec

O Livro dos Espíritos

Caridade para com os criminosos

14. A verdadeira caridade constitui um dos mais sublimes ensinamentos que Deus deu ao mundo. Completa fraternidade deve existir entre os verdadeiros seguidores da sua doutrina. Deveis amar os desgraçados, os criminosos, como criaturas, que são, de Deus, às quais o perdão e a misericórdia serão concedidos, se se arrependerem, como também a vós, pelas faltas que cometeis contra sua Lei. Considerai que sois mais repreensíveis, mais culpados do que aqueles a quem negardes perdão e comiseração, pois, as mais das vezes, eles não conhecem Deus como o conheceis, e muito menos lhes será pedido do que a vós.

Não julgueis, oh! não julgueis absolutamente, meus caros amigos, porquanto o juízo que proferirdes ainda mais severamente vos será aplicado e precisais de indulgência para os pecados em que sem cessar incorreis. Ignorais que há muitas ações que são crimes aos olhos do Deus de pureza e que o mundo nem sequer como faltas leves considera?

A verdadeira caridade não consiste apenas na esmola que dais, nem, mesmo, nas palavras de consolação que lhe aditeis. Não, não é apenas isso o que Deus exige de vós. A caridade sublime, que Jesus ensinou, também consiste na benevolência de que useis sempre e em todas as coisas para com o vosso próximo. Podeis ainda exercitar essa virtude sublime com relação a seres para os quais nenhuma utilidade terão as vossas esmolas, mas que algumas palavras de consolo, de encorajamento, de amor, conduzirão ao Senhor supremo.

Estão próximos os tempos, repito-o, em que nesse planeta reinará a grande fraternidade, em que os homens obedecerão à lei do Cristo, lei que será freio e esperança e conduzirá as almas às moradas ditosas. Amai-vos, pois, como filhos do mesmo Pai; não estabeleçais diferenças entre os outros infelizes, porquanto quer Deus que todos sejam iguais; a ninguém desprezeis. Permite Deus que entre vós se achem grandes criminosos, para que vos sirvam de ensinamento. Em breve, quando os homens se encontrarem submetidos às verdadeiras leis de Deus, já não haverá necessidade desses ensinos: todos os Espíritos impuros e revoltados serão relegados para mundos inferiores, de acordo com as suas inclinações.

Deveis, àqueles de quem falo, o socorro das vossas preces: é a verdadeira caridade. Não vos cabe dizer de um criminoso: “É um miserável; deve-se expurgar da sua presença a Terra; muito branda é, para um ser de tal espécie, a morte que lhe infligem.” Não, não é assim que vos compete falar. Observai o vosso modelo: Jesus. Que diria ele, se visse junto de si um desses desgraçados? Lamentá-lo-ia; considerá-lo-ia um doente bem digno de piedade; estender-lhe-ia a mão. Em realidade, não podeis fazer o mesmo; mas, pelo menos, podeis orar por ele, assistir￾lhe o Espírito durante o tempo que ainda haja de passar na Terra. Pode ele ser tocado de arrependimento, se orardes com fé. É tanto vosso próximo, como o melhor dos homens; sua alma, transviada e revoltada, foi criada, como a vossa, para se aperfeiçoar; ajudai-o, pois, a sair do lameiro e orai por ele. – Isabel de França. (Havre, 1862.)

Deve-se expor a vida por um malfeitor?

15. Acha-se em perigo de morte um homem; para o salvar tem um outro que expor a vida. Sabe-se, porém, que aquele é um malfeitor e que, se escapar, poderá cometer novos crimes. Deve, não obstante, o segundo arriscar-se para o salvar?

Questão muito grave é esta e que naturalmente se pode apresentar ao espírito. Responderei, na conformidade do meu adiantamento moral, pois o de que se trata é de saber se se deve expor a vida, mesmo por um malfeitor. O devotamento é cego; socorre-se um inimigo; deve-se, portanto, socorrer o inimigo da sociedade, a um malfeitor, em suma. Julgais que será somente à morte que, em tal caso, se corre a arrancar o desgraçado? É, talvez, a toda a sua vida passada. Imaginai, com efeito, que, nos rápidos instantes que lhe arrebatam os derradeiros alentos de vida, o homem perdido volve ao seu passado, ou que, antes, este se ergue diante dele. A morte, quiçá, lhe chega cedo demais; a reencarnação poderá vir a ser-lhe terrível. Lançai-vos, então, ó homens; lançai-vos todos vós a quem a ciência espírita esclareceu; lançai-vos, arrancai-o à sua condenação e, talvez, esse homem, que teria morrido a blasfemar, se atirará nos vossos braços. Todavia, não tendes que indagar se o fará, ou não; socorrei-o, porquanto, salvando-o, obedeceis a essa voz do coração, que vos diz: “Podes salvá-lo, salva-o!” – Lamennais. (Paris, 1862.)

Bibliografia sugerida:
- O Céu e o Inferno – 2ª Parte, Cap. VI – Jacques Latour - Allan Kardec – várias editoras;
- Contos desta e de Outra Vida – Cap. 3 – O ferreiro insignificante - Irmão X (F. C. Xavier), FEB;
- Estudos Espíritas - Mens. 16 – Caridade - Joanna de Angelis (Divaldo P. Franco), FEB;
- O Evangelho dos Humildes – Cap. XIII, vv 24 a 30 – Comentários - Eliseu Rigonatti, Pensamento;
- A Mãe que desistiu do Céu – Cap. 8 – O julgamento - M. B. Tamásia – (esgotado).


Página de apoio:

Coragem do amor

Vinha de Luz

Se tens a coragem de parecer covarde não revidando as agressões que te chegam, nas diversas posições de trabalho em que te situas;

se enfrentas com perseverante destemor as circunstâncias adversas, porfiando de ânimo resoluto;

se lutas com brava decisão íntima para refrear impulsos primitivos que teimam por dominar-te;

se exerces a vigilância para a manutenção do comportamento cristão a que te afervoras, malgrado as tentações insistentes;

se ignoras as pedras que, embora te atinjam, não te fazem revoltar contra os que as atiram;

se fluem esperanças no teu espírito em renhidas pelejas, quando rareiam possibilidades de triunfo aparente;

se podes porfiar quando desertam as mais caras afeições que protestavam fidelidade e faziam à tua volta os ruídos da alacridade, hoje transformados em acusações azedas, já atingiste a posição na qual a natureza espiritual exerce predomínio sobre a natureza animal, conseguindo impedir o transbordamento das paixões.

Alegria interior canta, então, uma balada suave na consciência, como aplauso às tuas vitórias que poucos identificam, mas que, no entanto, são apoio a todos os embates dos quais não foges.

O cristão autêntico, como pretendes sê-lo, se identifica com o espírito do Cristo em todo lugar. Para sua percepção aguçada há sempre uma mensagem￾convite que enseja auto realização, auto aprimoramento...

Joanna de Ângelis

(Do livro: - Lampadário Espírita – Cap. 43, Joanna de Ângelis (Divaldo P. Franco), FEB

Horários

Sede (Copacabana)
quarta: 08h30 e 19h30
sexta: 16h (novo horário)

Núcleo Paulo e Estêvão
segunda: 14h, 17h30min, 19h e 20h30min
terça: 08h30min
quarta: 14h
sexta: 14h, 18h e 20h

Núcleo Emmanuel (Jacarepaguá)
terça: 14h
quarta: 20h

Casa de Renato (Austin)
sábado: 17h


Expositores previstos da semana

Sede (Copacabana)
22/11 (quarta) - 08h30min – Jeannette Riddell
22/11 (quarta) - 19h30min – Lucas Antunes
24/11 (sexta) - 16h - Anna Cláudia Ramos

Núcleo Paulo e Estêvão
20/11 (seg.) - 14h – Maísa Atherini
20/11 (seg.) - 17h30min – Antonio Jorge
20/11 (seg.) – 19h – Aloísio Ghiggino
20/11 (seg.) – 20h30min – Aloísio Ghiggino
21/11 (ter.) - 08h30minh – Ana Maria Amorim
22/11 (qua.) - 14h – Maria da Graça Pereira
24/11 (sex.) - 14h – Ana Claudia Ramos
24/11 (sex.) - 18h - Tânia Wilson
24/11 (sex.) - 20h - Eder Andrade

Núcleo Emmanuel (Jacarepaguá)
21/11 (terça) - 14h – Ângela Célia
22/11 (quarta) - 20h – Ângela Célia

Casa de Renato (Austin)
25/11 (Sábado) – 17h – Maria Roma

OBS.:

Para consultar a programação do mês, completa, acesse o NRI: Novos Rumos Informativo, neste mesmo site.

Para consultar as publicações das reuniões publicas anteriores, acesse aqui.